Se me perguntassem há um ano o que era a MOVNI, eu tentaria explicar desenhando. O desenho provavelmente pareceria uma minhoca rabiscada fumando charutos de veludo.
Fazia todo sentido dentro da minha cabeça, mas era difícil de explicar. Porque pra Movni nascer, antes de ser “profissional”, ela veio de tudo que era muito pessoal.
Ela nasceu de múltiplos impulsos, e do desejo de transformar ideias e sentimentos em algo vivo. Entender que a fotografia, os vídeos e a paixão pelo movimento não eram coisas separadas foi essencial.
Somos uma mistureba de coisas que fazem nos sentirmos vivos! E o mundo parece insistir em fazer a gente colocar cada uma numa caixinha. Enquanto bagunçadas no chão, no meios do caos de quem tem muitas ideias e poucas palavras pra explicar, é ali que elas têm mais cor e vida, como “um caleidoscópio sem lógica”. E eu mal sabia que só juntando todos esses pedacinhos que eu encontraria combustível para a próxima grande aventura (que não tem destino certo, tudo bem, eu sou meio ruim com coordenadas geográficas, mas sempre achei mais legal ir descobrindo as coisas no meio do caminho)
Hoje, a MOVNI deixa de ser um rascunho de minhoca pra virar algo real. Um estúdio criativo para mentes inquietas, onde o processo diverte tanto quanto o destino, e onde as coisas que são dificeis de explicar são bem-vindas. O amor, a imaginação, e as diferentes formas que o corpo expressa vida.
Perder as coordenadas pra finalmente estar presente.
Sair do óbvio pra encontrar o que faz sentido.
O que te move?
A MOVNI está oficialmente em órbita, e eu te convido para vir comigo!
Mônica (da Movni)

